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Catálogo com 40 sugestões de temas para artigo em Biomarcadores de Doenças Autoimunes

  • Foto do escritor: Prof. Bruna
    Prof. Bruna
  • 26 de set.
  • 3 min de leitura
Venda de TCC - Biomarcadores de Doenças Autoimunes


Os biomarcadores têm revolucionado a forma como entendemos e tratamos doenças autoimunes. Eles ajudam a identificar a presença da doença, monitorar sua progressão e até prever respostas a tratamentos. Para pesquisadores, estudantes e profissionais da saúde, conhecer os principais biomarcadores pode abrir portas para estudos inovadores e melhorar a prática clínica. Neste artigo, apresentamos 40 sugestões de temas para artigos sobre biomarcadores de doenças autoimunes, com explicações e dicas para quem quer produzir conteúdo científico ou educativo.

  1. Anticorpos antinucleares (ANA) no lúpus – Como os ANA ajudam a identificar a doença e monitorar crises.

  2. TNF-α e IL-6 na artrite reumatoide – Citocinas que indicam inflamação e guiam o tratamento.

  3. ANCA na vasculite – Diferenciando c-ANCA e p-ANCA para diagnóstico e prognóstico.

  4. MicroRNAs circulantes como biomarcadores – Pequenas moléculas que indicam atividade da doença.

  5. Proteômica na esclerose múltipla – Descobrindo proteínas que ajudam no diagnóstico precoce.

  6. Biomarcadores de progressão na esclerodermia – Indicadores de complicações cutâneas e pulmonares.

  7. Citocinas Th17 na psoríase – Marcadores da gravidade da inflamação da pele.

  8. Genética do diabetes tipo 1 – Variantes genéticas que indicam maior risco de doença autoimune.

  9. Proteínas urinárias na nefropatia lúpica – Detectando alterações renais precocemente.

  10. Marcadores de fadiga crônica em doenças autoimunes – Citocinas relacionadas à fadiga persistente.

  11. Anti-CCP na artrite reumatoide – Como diferem do fator reumatoide e seu valor diagnóstico.

  12. Biomarcadores de resposta a tratamento – Prevendo quem vai responder melhor às terapias.

  13. Painel de citocinas no lúpus – Monitorando a atividade da doença.

  14. Exossomos na esclerose múltipla – Marcadores não invasivos para neurodegeneração precoce.

  15. Epigenética e autoimunidade – Alterações de DNA que influenciam a doença.

  16. Complemento (C3 e C4) no lúpus – Indicadores de atividade clínica.

  17. Inflamação intestinal na doença de Crohn – Marcadores que ajudam a diferenciar Crohn de colite ulcerativa.

  18. Citocinas anti-inflamatórias e remissão – IL-10 como sinal de melhora da doença.

  19. Proteínas preditoras de dano articular – Identificando erosões precoces na artrite.

  20. Autoanticorpos na síndrome de Sjögren – Marcadores imunológicos específicos da doença.

  21. Estresse oxidativo em doenças autoimunes – Como radicais livres refletem gravidade.

  22. Citocinas na artrite idiopática juvenil – Orientando decisões terapêuticas.

  23. Fibrose em esclerodermia – Biomarcadores que predizem comprometimento cutâneo e pulmonar.

  24. Anticorpos anti-fosfolipídios – Indicadores de risco trombótico.

  25. Lúpus neonatal – Biomarcadores precoces em recém-nascidos de mães com lúpus.

  26. MicroRNAs na artrite reumatoide – Indicadores inovadores da atividade da doença.

  27. Proteínas apoptóticas como biomarcadores – Sinalizando ativação imunológica.

  28. Doença hepática autoimune – Enzimas e autoanticorpos como indicadores de lesão.

  29. Anti-DNA de fita dupla no lúpus – Monitorando atividade renal.

  30. Inflamação crônica na psoríase – Sinais de risco de comorbidades cardiovasculares.

  31. Painéis de citocinas na colite ulcerativa – Prevendo resposta a terapias biológicas.

  32. Marcadores de remissão sustentada na artrite – Proteínas que indicam manutenção da melhora.

  33. Epigenética no lúpus cutâneo – Metilação do DNA como marcador de atividade.

  34. Inflamação e complicações cardiovasculares – Citocinas como preditores de risco.

  35. Resposta ao tratamento biológico em esclerose múltipla – Biomarcadores preditivos de eficácia.

  36. Exossomos e microRNAs não invasivos – Como monitorar a doença sem biópsia.

  37. Proteômica na vasculite – Identificando proteínas indicadoras de inflamação vascular.

  38. Anticorpos anti-TPO e anti-Tg na tireoide – Indicadores de doenças autoimunes da tireoide.

  39. Inflamação cutânea no lúpus – Marcadores locais versus sistêmicos.

  40. Citocinas em miopatias autoimunes – Indicadores de fraqueza muscular e atividade da doença.


FAQ para Blog

O que são biomarcadores?

São moléculas ou sinais biológicos que indicam a presença, gravidade ou evolução de uma doença.

Por que são importantes em doenças autoimunes?

Porque ajudam a diagnosticar precocemente, acompanhar a evolução e personalizar tratamentos.

Como os biomarcadores são detectados?

Por exames laboratoriais, análises genéticas, proteômicas, epigenéticas e testes de imagem.

Todos os biomarcadores funcionam para todas as doenças autoimunes?

Não. Cada doença possui biomarcadores específicos que refletem seu mecanismo imunológico.

 
 
 

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